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Calendários de Vacinação
PREMATURO CRIANÇA ADOLESCENTE ADULTO GESTANTE IDOSO OCUPACIONAL ATLETA PACIENTES ESPECIAIS

PREMATURO
VACINAS ESQUEMAS E RECOMENDAÇÕES COMENTÁRIOS Disponibilização das vacinas
Gratuita nas UBS* e/ou nos CRIEs** Clínicas privadas de vacinação
BCG ID Dose única.
Se o peso ao nascer é < 2.000 g, adiar a vacinação até que o recém-nascido atinja peso maior ou igual a 2.000 g.
Deverá ser aplicada o mais precocemente possível, de preferência ainda na maternidade. Em caso de suspeita de imunodefciência ou RNs cujas mães fizeram uso de biológicos durante a gestação, a vacina pode estar contraindicada (consulte os Calendários de vacinação SBIm Pacientes Especiais). SIM SIM
Anticorpo monoclonal
específico contra o VSR
(palivizumabe)
EstaÞo recomendadas doses mensais consecutivas de 15 mg/kg de peso, via intramuscular, ateì no maìximo cinco aplicac.oÞes para os seguintes grupos:
• Prematuros até 28 semanas gestacionais, no primeiro ano de vida.
• Prematuros até 32 semanas gestacionais, nos primeiros seis meses de vida.
• Bebês com Doença Pulmonar Crônica da Prematuridade e/ou Cardiopatia Congênita, até o segundo ano de vida, desde que esteja em tratamento destas patologias nos últimos seis meses.
• Utilizar inclusive em RNs hospitalizados.
Deve ser aplicado nos meses de maior circulac¸a~o do vírus, o que depende da região do Brasil: região Norte, de janeiro a junho; região Sul, de março a agosto; regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, de fevereiro a julho.
O Ministério da Saúde disponibiliza gratuitamente para:
• Prematuros até 28 semanas gestacionais, no primeiro ano de vida.
• Bebês com doença pulmonar crônica da prematuridade e/ou Cardiopatia
Congênita, até o segundo ano de vida.
O uso em portadores de doença pulmonar crônica e/ou cardiopatias congênitas está indicado independente da idade gestacional ao nascer.
Na rede pública: verificar onde está
disponível em cada
estado.
SIM
Hepatite B Obrigatoriamente quatro doses (esquema 0 - 2 - 4 - 6 meses ou 0 - 1 - 2 - 6 meses), em RNs nascidos com peso inferior a 2.000 g ou idade gestacional menor que 33 semanas, sendo a primeira dose nas primeiras 12 horas de vida. O uso da vacina combinada DTPa-HB-VIP-Hib deve ser considerado, inclusive para RNs hospitalizados. Os RNs de maÞes HBSAg+ devem receber ao nascer, aleìm da vacina, imunoglobulina específica contra hepatite B (IGHAHB) SIM,
hepatite B e
DTPw-HB-Hib
SIM,
hepatite B e
DTPa-HB-VIP-Hib
Rotaviìrus Vacinar na idade cronológica, iniciando aos 2 meses de vida, de acordo com o Calendário de vacinação SBIm Criança.
• Vacina atenuada oral, portanto contraindicada em ambiente hospitalar.
Em caso de suspeita de imunodeficiência ou RNs cujas mães fizeram uso de biológicos durante a gestação, a vacina pode estar contraindicada (consulte os Calendários de vacinação SBIm Pacientes Especiais). SIM,
vacina monovalente
sim ,
vacina monovalente e pentavalente
Triìplice bacteriana
(difteria, teìtano,
coqueluche)
• Vacinar na idade cronológica, iniciando aos 2 meses de vida, de acordo com o Calendário de vacinação SBIm Criança.
• Para RNs prematuros, hospitalizados ou não, utilizar preferencialmente vacinas acelulares.
A utilização de vacinas acelulares reduz o risco de eventos adversos. Em prematuros extremos, considerar o uso de analgésicos/antitérmicos
profiláticos com o intuito de reduzir a ocorrência desses eventos, principalmente descompensação cardiovascular, apneia e convulsão.
SIM,
DTPa e DTPw-HB-Hib
SIM, DTPa e
DTPa-VIP-Hib e
DTPa-HB-VIP-Hib
Haemophilus
influenzae
b
• Vacinar na idade cronológica, iniciando aos 2 meses de vida, de acordo com o Calendário de vacinação SBIm Criança.
• O reforço da vacina Hib deve ser aplicado nessas crianças aos 15 meses de vida.
Na rede pública, a vacina Hib combinada com DTPa nao esta disponivel, por esse motivo, para os RNPTs extremos, a conduta do Ministério da Saúde é adiar
a vacina Hib para 15 dias após a administração de DTPa. O uso das vacinas combinadas a DTPa (DTPa-HB-VIP-Hib ou DTPa-VIP-Hib) são preferenciais,
pois permitem a aplicação simultanea e se mostraram eficazes e seguras para os RNPTs.
SIM,
Hib e DTPw-HB-Hib
SIM, DTPa e
DTPa-VIP-Hib e
DTPa-HB-VIP-Hib
Poliomielite inativada
(VIP)
Vacinar na idade cronológica, iniciando aos 2 meses de vida, de acordo com o Calendário de vacinação SBIm Criança. Preferir as vacinas combinadas: DTPa-HB-VIP-Hib e DTPa-VIP-Hib SIM,
VIP
SIM,
DTPa-VIP-Hib e
DTPa-HB-VIP-Hib
Pneumocoìcica
conjugada
Vacinar na idade cronológica, iniciando aos 2 meses de vida, de acordo com o Calendário de vacinação SBIm Criança. RNPTs e de baixo PN apresentam maior risco para o desenvolvimento de doença pneumocócica invasiva, tanto maior quanto menor a idade gestacional e o PN. SIM,
VPC10
SIM,
VPC10 e VPC13
Meningocócicas Vacinar na idade cronológica, iniciando aos 3 meses de vida, de acordo com o Calendário de vacinação SBIm Criança. Sempre que possível, preferir a vacina menACWY no esquema básico ou nos reforços; na sua impossibilidade, utilizar a vacina meningocócica C conjugada. A fim de reduzir a frequência de eventos adversos, a vacina meningocócica B deve ser aplicada preferencialmente em separado das vacinas pneumocócica e pertussis e deve-se considerar o uso de antitérmico profilático. SIM,
menC
SIM,
menC, menACWY
e menB
Influenza Vacinar na idade cronológica, iniciando a partir dos 6 meses de vida, de acordo com a sazonalidade do vírus e com o Calendário de vacinação SBIm Criança. Desde que disponível, a vacina influenza 4V é preferível à vacina influenza 3V, por conferir maior cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina 4V, utilizar a vacina 3V. SIM,
3V
SIM,
3V e 4V
Imunoglobulina
humana anti-hepatite
B (IGHAHB)
Paras RNs de maÞes portadoras do vírus da hepatite B: 0,5 mL via intramuscular. Aplicar preferencialmente nas primeiras 12 a 24 horas de vida, até, no máximo, o sétimo dia de vida. SIM NÃO
Imunoglobulina humana
antivaricela-zóster
(IGHVZ)
Estaì recomendada nas seguintes situações:
• Para prematuros nascidos entre 28 semanas e 36 semanas de gestac.aÞo expostos aÌ varicela, quando a maÞe tiver histoìria negativa para varicela.
• Para prematuros nascidos com menos de 28 semanas de gestac.aÞo ou com menos de 1.000 g de peso expostos aÌ varicela, independente da histoìria materna de varicela.
• A dose eì de 125 UI por via IM e deve ser aplicada até 96 horas de vida do RN.
Independente da idade gestacional ou PN, recomendar para RN cuja mãe tenha apresentado quadro clínico de varicela de cinco dias antes atéì dois dias depois do parto. SIM NÃO
Imunoglobulina
humana antiteta.nica
(IGHAT)
Esta. recomendada na dose de 250 UI, por via IM. Para RNs prematuros com leso.es potencialmente tetanoge.nicas, independentemente da história vacinal da mãe. Independente da idade gestacional ou PN, deve ser aplicada para RNs prematuros sob risco potencial de tétano. SIM NÃO
* UBS – Unidades Básicas de Saúde
** CRIEs – Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais.
A vacinação de contactantes é especialmente indicada para quem convive ou cuida de RNPT* e inclui as vacinas: coqueluche, influenza, varicela, sarampo, caxumba e rubéola.
O uso simultâneo de múltiplas doses injetáveis em RNPTs pode associar-se à apneia, devendo-se dar preferência à administração de menor número de injeções em cada imunização. Qualquer dose não administrada na idade recomendada deve ser aplicada na visita subsequente. Eventos adversos significativos devem ser notificados às autoridades competentes.
As demais vacinas do
Calendário de vacinação SBIm Criança devem ser aplicadas de acordo com a idade cronológica.
Fonte: SBIm 2016/2017 - Associação Brasileira de Imunização

PREMATURO CRIANÇA ADOLESCENTE ADULTO GESTANTE IDOSO OCUPACIONAL ATLETA PACIENTES ESPECIAIS
CRIANÇA
VACINAS DO NASCIMENTO AOS 2 ANOS DE IDADE DOS 2 AOS 10 ANOS DISPONIBILIZAÇÃO
DAS VACINAS
período em meses período em anos Gratuitas nas Unidades Básicas de Saúde clínicas
privadas
de
vacinação
Ao
nascer
1
2
3
4
5
6
7
8
9
12 15 18
2a3
4 5 6 9 10
BCG ID Dose
única
                                    SIM SIM
Hepatite B 1ª dose   2ª dose
"C"
      3ª dose
"C"
                        SIM SIM
Tríplice bacteriana
(DTP ou DTPa)
    1ª dose
"C"
  2ª dose
"C"
  3ª dose
"C"
        reforço   reforço   reforço
dTpa
DTPw DTPa e dTpa
Haemophilus
influenzae
b
    1ª dose
"C"
  2ª dose
"C"
  3ª dose
"C"
        reforço             SIM, para 3
primeiras doses
SIM
Poliomielite
(vírus inativados)
    1ª dose
"C"
  2ª dose
"C"
  3ª dose
"C"
        reforço   reforço       SIM, VIP para as 3 primeiras
doses e VOP nas doses de
reforços e campanhas
para crianças de 1 a 4 anos
SIM, somente nas apresentações
combinadas com DTPa e dTpa
Rotavírus     2 ou 3 doses, de
acordo com o fabricante
  
                    SIM, vacina
monovalente
SIM, vacina
monovalente e
pentavalente
Pneumocócica
conjugada
    1ª dose   2ª dose   3ª dose       reforço               SIM, VPC10 para menores de 5 anos SIM
VPC10 e VPC13
Meningocócica
conjugada
      duas ou três doses, dependendo da vacina utilizada     menACWY       menACWY     SIM, menC para menores de 5 anos SIM, menC e
menACWY
Meningocócica B       1ª dose   2ª dose   3ª dose     reforço               NÃO SIM
Influenza (gripe)             Dose anual. Duas doses na primovacinação antes dos 9 anos de idade. SIM, 3V para menores
de 5 anos
e grupos de risco
SIM,
3V e 4V
Poliomielite oral
(vírus vivos atenuados)
                    DIAS NACIONAIS DE VACINAÇÃO         SIM NÃO
Febre amarela                   1ª dose         2ª dose         SIM SIM
Hepatite A                     1ª dose   2ª dose             SIM, dose única para
crianças de 15 meses
até menores
de 2 anos
SIM
Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)                     1ª dose 2ª dose           SIM SIM
Varicela (catapora)                     1ª dose 2ª dose           SIM, dose única aos 15 meses até menores de 2 anos SIM
HPV                                   3 doses   SIM, vacina HPV4 para meninas de 9 a 13 anos 11 meses e 29 dias: duas doses SIM
Vacina tríplice bacteriana
acelular do tipo adulto
(dTpa)
                                  ROTINA NÃO SIM
Dengue                                   3 doses   NÃO SIM
Sempre que possível, preferir vacinas combinadas
Sempre que possível, considerar aplicações simultâneas na mesma visita
Qualquer dose não administrada na idade recomendada deve ser aplicada na visita subsequente
Eventos adversos significativos devem ser notificados às autoridades competentes
Algumas vacinas podem estar especialmente recomendadas para pacientes portadores de comorbidades ou em outra situação especial. Consulte os Calendários de vacinação SBIm Pacientes Especiais.
Fonte: SBIm 2016/2017 - Associação Brasileira de Vacinação

PREMATURO CRIANÇA ADOLESCENTE ADULTO GESTANTE IDOSO OCUPACIONAL ATLETA PACIENTES ESPECIAIS
ADOLESCENTE
VACINAS ESQUEMAS E RECOMENDAÇÕES DISPONOBILIZAÇÃO DAS VACINAS COMENTÁRIOS
Gratuitos nas Unidades Básicas de Saúde clínicas privadas
de vacinação
Tríplice viral
(sarampo, caxumba e rubéola)
E considerado protegido o adolescente que tenha recebido duas doses acima de 1 ano de idade, e com intervalo mi.nimo de um me.s entre elas. SIM
SCR
SIM
SCR ou SCRV
• Contraindicada para gestantes. O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo meìdico (consulte os Calendaìrios de vacinac..o SBIm pacientes especiais).
• Ateì 12 anos de idade, considerar a aplicac.aÞo de vacina combinada quaìdrupla viral (sarampo, caxumba, rubeìola e varicela / SCRV).
Hepatites A, B
ou A e B
Hepatite A: duas doses, no esquema 0-6 meses. NÃO SIM • Adolescentes não vacinados na infância para as hepatites A e B devem ser vacinados o mais precocemente possível para essas infecções.
• A vacina combinada para as hepatites A e B é uma opção e pode substituir a vacinação isolada para as hepatites A e B.
• Hepatite B – recomendada para gestantes.
Hepatite B: três doses, no esquema 0-1-6 meses. SIM SIM
Hepatite A e B: para menores de 16 anos: duas doses aos 0 - 6 meses; A partir de 16 anos: três doses aos 0 - 1 - 6 meses. NÃO SIM
HPV Se nao iniciado o esquema de vacinacao aos 9 anos, a vacina HPV deve ser aplicada o mais precocemente possi.vel. O esquema de vacinacao para meninas e meninos e de tres doses:
0-1 a 2-6 meses.
O Programa Nacional de Imunizac.o.es (PNI) adotou esquema de vacinac.a.o estendido:
0 - 6 - 60 meses para meninas de 9 a 13 anos.
SIM,
vacina HPV4
para meninas de
9 a 13 anos, 11
meses e 29 dias
SIM,
HPV4 e HPV2
• Duas vacinas estaÞo disponiìveis no Brasil: HPV4, licenciada para ambos os sexos;
e HPV2, licenciada apenas para o sexo feminino.
• Vacina contraindicada em gestantes.
Tríplice bacteriana
acelular do tipo adulto (difteria, tétano e coqueluche) – dTpa
ou dTpa-VIP
Com esquema de vacinação básico completo: dose de reforço dez anos após a última dose. SIM,
dT para todos.
dTpa para
gestantes e
puérperas até
45 dias após
o parto
NÃO
dTpa e dTpa-VIP
• Atualizar dTpa independente de intervalo prévio com dT ou TT.
• O uso da vacina dTpa, em substituição à dT, para adolescentes, objetiva, além da proteção individual, a redução da transmissão da Bordetella pertussis,
principalmente para suscetíveis com alto risco de complicações, como os lactentes.
• Considerar antecipar reforço com dTpa para cinco anos após a última dose de vacina contendo o componente pertussis para adolescentes contactantes de lactentes.
• Para indivíduos que pretendem viajar para países nos quais a poliomielite é endêmica recomenda-se a vacina dTpa combinada à pólio inativada (dTpa-VIP).
• A dTpa-VIP pode substituir a dTpa, inclusive em gestantes, ficando a critério médico o uso off label nesses casos.
• Gestantes: recomendada uma dose de dTpa entre a 27ª e a 36ª semana de gestação.
Dupla adulto
(difteria e tétano)
– dT
Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de dTpa a qualquer momento e completar a vacinação básica com uma ou duas doses de dT (dupla bacteriana do tipo adulto) de forma a totalizar tre^s doses de vacina contendo o componente tetânico.
Varicela (catapora) Para suscetíveis: 2 doses.
Para menores de 13 anos: intervalo de 3 meses.
A partir de 13 anos: intervalo de 1 a 2 meses.
NÃO SIM
varicela e SCRV
• Contraindicada para gestantes. O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico (consulte os Calendários de vacinação SBIm pacientes especiais).
• Até 12 anos de idade, considerar a aplicação de vacina combinada quádrupla viral (SCRV).
Influenza (gripe) Dose única anual. SIM,
3V para grupos
de risco
SIM,
3v e 4V
Desde que disponível, a vacina influenza 4V é preferível à vacina influenza 3V, por conferir maior cobertura das cepas circulantes.
Na impossibilidade de uso da vacina 4V, utilizar a vacina 3V.
Meningocócica conjugada ACWY Para não vacinados na infância: 2 doses com intervalo de 5 anos.
Para vacinados na infância: reforço aos 11 anos ou 5 anos após o último reforço na infância.
NÃO SIM Na indisponibilidade da vacina meningocoìcica conjugada ACWY, substituir pela vacina meningocoìcica C conjugada.
Meningocócica B 2 doses com intervalo de 1 a 2 meses. NÃO SIM Não se conhece ainda a duração da proteção conferida e, consequentemente, a necessidade de dose(s) de reforço.
Febre amarela 1 dose para residentes ou viajantes para áreas com recomendação de vacinação (de acordo com classificação do MS). Se persistir o risco, fazer uma segunda dose 10 anos após a primeira. Pode ser recomendada também para atender a exigencias sanitárias de determinadas viagens internacionais. Em ambos os casos, vacinar pelo menos 10 dias antes da viagem. SIM SIM • Contraindicada para gestantes e adolescentes amamentando bebês menores de 6 meses de idade.
• O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico (consulte os Calendários de vacinaçã SBIm pacientes especiais).
• Para gestantes: ver Calendário de vacinação SBIm gestante.
Dengue 3 doses com intervalo de seis meses (0-6-12 meses). NÃO SIM • Contraindicada para imunodeprimidos, gestantes e adolescentes amamentando.
• Licenciada para pessoas entre 9 e 45 anos.
Fonte: SBIm 2016/2017 - Associação Brasileira de Imunização

PREMATURO CRIANÇA ADOLESCENTE ADULTO GESTANTE IDOSO OCUPACIONAL ATLETA PACIENTES ESPECIAIS
ADULTO (20 a 59 anos)
VACINAS ESQUEMAS E RECOMENDAÇÕES DISPONOBILIZAÇÃO DAS VACINAS COMENTÁRIOS
Gratuitas nas Unidades Básicas de Saúde clínicas privadas
de vacinação
HPV 3 doses: 0-1 a 2-6 meses.
Duas vacinas esta.o disponi.veis no Brasil: HPV4, licenciada para meninas e mulheres de 9 a 45 anos
de idade e meninos e homens de 9 a 26 anos; e HPV2, licenciada para meninas e mulheres a partir dos
9 anos de idade.
NÃO SIM • Indivíduos mesmo que previamente infectados podem ser beneficiados com a vacinação.
• Homens e mulheres em idades fora da faixa de licenciamento também podem ser beneficiados com a vacinação, ficando a critério médico o uso off label nesses casos.
• Contraindicada em gestantes.
Tríplice viral
(sarampo, caxumba e rubéola)
É considerado protegido o individuo que tenha recebido 2 doses acima de 1 ano de idade, e com intervalo mínimo de 1 mês entre elas. SIM
até os 49 anos
SIM • Contraindicada para gestantes.
• O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo meìdico (consulte os Calendaìrios de vacinação SBIm Pacientes Especiais).
Hepatites A 2 doses, no esquema 0-6 meses. NÃO SIM • Individuos não imunizados anteriormente para as hepatites A e B devem ser vacinados.
• A vacina combinada para as hepatites A e B e uma opção e pode substituir a vacinação isolada para as hepatites A e B.
• Para gestantes: ver Calendário de vacinação SBIm Gestante.
Hepatite B 3 doses, no esquema 0-1-6 meses. SIM SIM
Hepatite A e B 3 doses, no esquema 0-1-6 meses. NÃO SIM
Tríplice bacteriana
acelular do tipo adulto (difteria, tétano e
coqueluche) – dTpa ou dTpa-VIP

Dupla adulto (difteria
e tétano) – dT
Atualizar dTpa independente de intervalo prévio com dT ou TT.
Com esquema de vacinação básico completo: reforc¸o com dTpa a cada dez anos.
Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de dTpa a qualquer momento e completar a vacinação básica com 1 ou 2 doses de dT (dupla bacteriana do tipo adulto) de forma a totalizar 3 doses de vacina contendo o componente tetânico.
Para indivíduos que pretendem viajar para pai´ses nos quais a poliomielite á endêmica: recomenda-se a vacina dTpa combinada à pólio inativada (dTpa-VIP).
A dTpa-VIP pode substituir a dTpa.

SIM,
dT

SIM
dTpa e
dTpa-VIP
• A dTpa estaì recomendada mesmo para aqueles que tiveram a coqueluche, já que a proteção conferida pela infecção não é permanente.
• O uso da vacina dTpa, em substituição à dT, objetiva, além da proteção individual, a redução da transmissão da Bordetella pertussis, principalmente para suscetíveis com alto risco de complicações, como os lactentes.
• Considerar antecipar reforço com dTpa para cinco anos após a última dose de vacina contendo o componente pertussis em adultos contactantes de lactentes.
• Para gestantes: ver Calendário de vacinação SBIm Gestante.
Varicela (catapora) Para suscetíveis: 2 doses com intervalo de 1 a 2 meses. NÃO SIM • Contraindicada para gestantes.
• O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo meìdico (consulte os Calendaìrios de vacinação SBIm Pacientes Especiais).
Influenza (gripe) Dose única anual. SIM,
3V para grupos
de risco
SIM,
3v e 4V
Desde que disponível, a vacina influenza 4V é preferível à vacina influenza 3V, por conferir maior cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina 4V, utilizar a vacina 3V.
Meningocócica
conjugada ACWY
1 dose. A indicação da vacina, assim como a necessidade de reforços, dependerão da situação epidemiológica. NÃO SIM Na indisponibilidade da vacina meningocócica conjugada ACWY, substituir pela vacina meningocócica C conjugada.
Meningocócica B 2 doses com intervalo de 1 mês.
A indicação dependerá da situação epidemiológica.
NÃO SIM Não se conhece ainda a duração da proteção conferida e, consequentemente, a necessidade de dose(s) de reforço.
Febre amarela 1 dose para residentes ou viajantes para áreas com recomendação de vacinação (de acordo com classificação do MS). Se persistir o risco, fazer uma segunda dose 10 anos após a primeira. Pode ser recomendada também para atender a exigências sanitárias de determinadas viagens internacionais. Em ambos os casos, vacinar pelo menos 10 dias antes da viagem. SIM SIM • Contraindicada para mulheres amamentando bebês menores de 6 meses de idade.
• O uso em imunodeprimidos e gestantes deve ser avaliado pelo me.dico (consulte os Calendaìrios de vacinação SBIm Pacientes Especiais e/ou Calendário de vacinação SBIm Gestante).
Pneumocócicas A vacinação entre 50 e 59 anos de idade com VPC 13 fica a critério médico. NÃO SIM • Esquema sequencial de VPC13 e VPP23 e recomendado para individuos com 60 anos ou mais (ver Calendario de vacinação SBIm Idoso).
• Esquema sequencial de VPC13 e VPP23 e. recomendado para indivíduos portadores de algumas comorbidades (consulte os Calendaìrios de vacinação SBIm Pacientes Especiais).
Herpes zóster 1 dose. Licenciada a partir dos 50 anos, ficando a critério médico sua recomendação a partir dessa idade. NÃO SIM • Recomendada para individuos a partir de 60 anos de idade (ver Calendario de vacinação SBIm Idoso), mesmo para aqueles que ja desenvolveram a doença. Nesses casos, aguardar o intervalo de um ano, entre o quadro agudo e a aplicação da vacina.
• Em caso de pacientes com história de herpes zoster oftalmico, ainda nao existem dados suficientes para indicar ou contraindicar a vacina.
• O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico (consulte os Calendaìrios de vacinação SBIm Pacientes Especiais).
Dengue • 3 doses com intervalo de 6 meses (0-6-12 meses).
• Licenciada para adultos até 45 anos.
NÃO SIM • Contraindicada em imunodeprimidos, gestantes e mulheres amamentando.
Sempre que possível, preferir vacinas combinadas
Sempre que possível, considerar aplicações simultâneas na mesma visita
Qualquer dose não administrada na idade recomendada deve ser aplicada na visita subsequente
Eventos adversos significativos devem ser notificados às autoridades competentes
Algumas vacinas podem estar especialmente recomendadas para pacientes portadores de comorbidades ou em outra situação especial. Consulte os Calendários de vacinação SBIm pacientes especiais.
Fonte: SBIm 2016/2017 - Associação Brasileira de Imunização
 

PREMATURO CRIANÇA ADOLESCENTE ADULTO GESTANTE IDOSO OCUPACIONAL ATLETA PACIENTES ESPECIAIS
GESTANTE
VACINAS ESQUEMAS E RECOMENDAÇÕES DISPONOBILIZAÇÃO DAS VACINAS COMENTÁRIOS
Gratuitas nas Unidades Básicas de Saúde clínicas privadas
de vacinação
RECOMENDADAS
Tríplice bacteriana
acelular do tipo adulto (difteria, tétano e
coqueluche) – dTpa ou dTpa-VIP

Dupla adulto (difteria
e tétano) – dT
Histórico vacinal Conduta na gestação SIM,
dT e dTpa
SIM,
dTpa e
dTpa-VIP
• A dTpa está recomendada em todas as gestações, pois além de proteger a gestante e evitar que ela transmita a Bordetella pertussis ao recém-nascido, permite a transferência de anticorpos ao feto protegendo-o nos primeiros meses de vida até que possa ser imunizado.
• A melhor época para a aplicação de dTpa é entre a 27ª e a 36ª semana, pois permite a transferência de maior quantidade de anticorpos maternos para o feto, mas pode ser aplicada a partir da 20ª semana.
• Mulheres não vacinadas na gestação devem ser vacinadas no puerpério, o mais precocemente possível.
• A vacina está recomendada mesmo para aquelas que tiveram coqueluche, já que a proteção conferida pela infecção não é permanente.
• Na falta de dTpa, pode ser substituída por dTpa-VIP, ficando a critério médico o uso off label
em gestantes.
Previamente vacinada, com pelo menos três doses de vacina contendo o componente tetânico. Uma dose de dTpa (entre a 27a e 36a semana de gestac¸ão).
Em gestantes com vacinação incompleta tendo recebido apenas uma dose de vacina contendo o componente tetânico. Uma dose de dT e uma dose de dTpa, sendo que a dTpa deve ser aplicada entre a 27ª e a 36ª semana de gestação. Respeitar intervalo mínimo de um mês entre elas.
Em gestantes com vacinação incompleta tendo recebido apenas duas doses de vacina contendo o componente tetânico. Uma dose de dTpa (entre a 27ª e 36ª semana de gestação).
Em gestantes com vacinação desconhecida. Duas doses de dT e uma dose de dTpa, sendo que a
dTpa deve ser aplicada entre a 27ª e a 36ª semana de gestação. Adotar esquema 0-2-4 meses ou 0-2- 6 meses. Respeitar intervalo mínimo de um mês entre elas.
Hepatite B Três doses, no esquema 0 - 1 - 6 meses. SIM SIM A vacina hepatite B é recomendada para todas as gestantes suscetíveis.
Influenza (gripe) Dose única anual. SIM,
3V
sim,
3V e 4V
A gestante é grupo de risco para as complicações da infecção pelo vírus influenza. A vacina está
recomendada nos meses da sazonalidade do vírus, mesmo no primeiro trimestre de gestação. Desde que
disponível, a vacina influenza 4V é preferível à vacina influenza 3V, inclusive em gestantes, por conferir maior cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina 4V, utilizar a vacina 3V.
RECOMENDADAS EM SITUAÇÕES ESPECIAIS
Hepatite A Duas doses, no esquema 0 - 6 meses. NÃO SIM É vacina inativada, portanto sem contraindicação. Já que no Brasil as situações de risco de exposição
ao VHA são frequentes, a vacinação deve ser considerada.
Hepatite A e B Para menores de 16 anos: duas doses, aos 0-6 meses. A partir de 16 anos: três doses, aos 0-1-6 meses. NÃO SIM A vacina combinada é uma opção e pode substituir a vacinação isolada das hepatites A e B.
Pneumocócicas Esquema sequencial de VPC13 e VPP23 pode ser feito em gestantes de risco para doença pneumocócica
invasiva (DPI) (consulte os Calendaìrios de vacinação SBIm Pacientes Especiais).
NÃO SIM • A VPC13 está licenciada até 17 anos e a partir dos 50 anos de idade, ficando a critério médico sua
recomendação entre 18 e 49 anos de idade (off label).
• VPC13 e VPP23 são vacinas inativadas, portanto sem riscos teóricos para a gestante e o feto.
Meningocócica
conjugada ACWY
Uma dose. Considerar seu uso avaliando a situação epidemiológica e/ou a presença de comorbidades consideradas
de risco para a doença meningocócica (consulte os Calendaìrios de vacinação SBIm Pacientes Especiais).
NÃO SIM • As vacinas meningocócicas conjugadas são inativadas, portanto sem risco teorico para a gestante
e o feto, devendo ser consideradas em situações de risco epidemiológico.
• Na indisponibilidade da vacina meningocócica conjugada ACWY, substituir pela vacina meningocócica C conjugada.
Meningocócica B Duas doses com intervalo de um a dois meses. Considerar seu uso avaliando a situaçao epidemiológica e/ou a presença de comorbidades consideradas de risco para a doença meningocócica (consulte os Calendaìrios de vacinação SBIm Pacientes Especiais). NÃO SIM A vacina meningocócica B é inativada, portanto sem risco teórico para a gestante e o feto, devendo ser
considerada em situações de risco epidemiológico.
CONTRAINDICADAS
Febre amarela Contraindicada na gestação. Porém, o médico deve avaliar sua utilização quando os riscos de adquirir a doença superam os riscos potenciais da vacinação. SIM SIM • Gestantes que viajam para países que exigem o Certificado Internacional de Vacinacao e Profilaxia
(CIVP) devem ser isentadas da vacinação pelo médico assistente, se nao houver risco de contrair a
infecção.
• E contraindicada em nutrizes até que o bebê complete 6 meses; se a vacinação nao puder ser evitada, suspender o aleitamento materno por pelo menos 15 dias e preferencialmente por 30 dias após a imunização.
Tríplice viral (sarampo,
caxumba e rubéola)
Não vacinar na gestação. SIM, para
puérperas de
ateì 49 anos
sim,
para puérperas
• Pode ser aplicada no puerpério e durante a amamentação.
HPV Não vacinar na gestação. Se a mulher tiver iniciado esquema antes da gestação, suspendê-lo até puerpério. NÃO SIM,
para puérperas
• Pode ser aplicada no puerpério e durante a amamentação.
Varicela (catapora) Não vacinar na gestação. NÃO SIM,
para puérperas
• Pode ser aplicada no puerpério e durante a amamentação.
Dengue Não vacinar na gestação. NÃO NÃO • Contraindicada para mulheres amamentando.
Fonte: SBIm 2016/2017 - Associação Brasileira de Imunização

PREMATURO CRIANÇA ADOLESCENTE ADULTO GESTANTE IDOSO OCUPACIONAL ATLETA PACIENTES ESPECIAIS
IDOSO
VACINAS
QUANDO INDICAR
ESQUEMAS E RECOMENDAÇÕES
DISPONOBILIZAÇÃO
DAS VACINAS
COMENTÁRIOS
Gratuitas nas Unidades Básicas de Saúde clínicas privadas
de vacinação
Influenza (gripe) Rotina Dose única anual. SIM,
3V
SIM,
3V e 4V
Os maiores de 60 anos fazem parte do grupo de risco aumentado para as complicações e óbitos por influenza. Desde que disponível, a vacina influenza 4V é preferível à vacina influenza 3V, por conferir maior cobertura das cepas circulantes.
Na impossibilidade de uso da vacina 4V, utilizar a vacina 3V.
Pneumocócicas (VPC13) e (VPP23) Rotina Iniciar com uma dose da VPC13 seguida de uma dose de VPP23 seis a doze meses depois, e uma segunda dose de VPP23 cinco anos depois da primeira. SIM, para os
institucionalizados
SIM • Para aqueles que já receberam uma dose de VPP23, recomenda-se o intervalo de um ano para a aplicação de VPC13. A segunda dose de VPP23 deve ser feita cinco anos após a primeira, mantendo intervalo de seis a 12 meses com a VPC13.
• Para os que já receberam duas doses de VPP23, recomenda-se uma dose de VPC13,
com intervalo mínimo de um ano após a última dose de VPP23. Se a segunda dose de VPP23 foi aplicada antes dos 65 anos, está recomendada uma terceira dose depois dessa idade, com intervalo mínimo de cinco anos da última dose.
Tríplice bacteriana
acelular do tipo adulto (difteria, tétano e coqueluche) – dTpa ou dTpa-VIP

Dupla adulto (difteria e tétano) – dT
Rotina Atualizar dTpa independente de intervalo prévio com dT ou TT.
Com esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa a cada dez anos.
Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de dTpa a qualquer momento e completar a vacinação básica com uma ou duas doses de dT (dupla bacteriana do tipo adulto) de forma a totalizar três doses de vacina contendo o componente tetânico.
SIM,
dT
SIM
dTpa e dTpa-VIP
• A vacina está recomendada mesmo para aqueles que tiveram a coqueluche, já que
a proteção conferida pela infecção não é permanente.
• Considerar antecipar reforço com dTpa para cinco anos após a uìltima dose de
vacina contendo o componente pertussis para idosos contactantes de lactentes.
• Para idosos que pretendem viajar para países nos quais a poliomielite é endêmica recomenda-se a vacina dTpa combinada aÌ pólio inativada (dTpa-VIP).
• A dTpa-VIP pode substituir a dTpa, se necessário.
Hepatites A e B Hepatite A: após
avaliação sorológica
ou em situações de
exposição ou surtos.
Duas doses, no esquema 0-6 meses. NÃO SIM Na população com mais de 60 anos é incomum encontrar indivíduos suscetíveis.
Para esse grupo, portanto, a vacinação não é prioritária. A sorologia pode ser solicitada
para definição da necessidade ou não de vacinar. Em contactantes de doentes com
hepatite A, ou durante surto da doença, a vacinação deve ser recomendada.
Hepatite B: rotina. Três doses, no esquema 0-1-6 meses. SIM SIM --
Hepatite A e B: quando recomendadas as duas vacinas. Três doses, no esquema 0-1-6 meses. NÃO SIM A vacina combinada para as hepatites A e B é uma opção e pode substituir a vacinação isolada para as hepatites A e B.
Febre amarela Rotina para residentes em aìreas de vacinac.aÞo. • Uma dose para residentes ou viajantes para áreas de vacinação (de acordo com classificação do Ministério da Saúde / MS). Se persistir o risco, fazer uma segunda dose dez anos após a primeira. Pode ser recomendada também para atender a exigencias sanitárias de
determinadas viagens internacionais.
• Em ambos os casos, vacinar pelo menos dez dias antes da viagem.
SIM SIM • Embora raro, esta descrito risco aumentado de eventos adversos graves na primovacinação de indivíduos maiores de 60 anos. Nessa situação, avaliar risco/benefício.
• O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico (consulte os Calendaìrios de vacinação SBIm Pacientes Especiais).
Meningocócica
conjugada ACWY
Surtos e viagens para áreas de risco. Uma dose. A indicação da vacina, assim como a necessidade de reforços, dependerão da situação epidemiológica. NÃO SIM Na indisponibilidade da vacina meningocoìcica conjugada ACWY, substituir pela vacina
meningocócica C conjugada.
Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) Situações de risco
aumentado.
É considerado protegido o idoso que tenha recebido duas doses da vacina tríplice viral acima de 1 ano de idade, e com intervalo mínimo de um mês entre elas, ou que tenha seguramente desenvolvido as doenças. NÃO SIM Na população com mais de 60 anos é incomum encontrar indivíduos suscetíveis ao sarampo, caxumba e rubéola. Para esse grupo, portanto, a vacinação não é rotineira.
Porém, a criterio médico (em situações de surtos, viagens, entre outros), pode ser recomendada. Contraindicada para imunodeprimidos.
Herpes zóster Rotina Uma dose NÃO SIM • Vacina recomendada mesmo para aqueles que ja desenvolveram a doenca. Nesses casos, aguardar intervalo minimo de um ano, entre o quadro agudo e a aplicacao da vacina.
• Em caso de pacientes com historia de herpes zoster oftalmico, nao existem ainda dados suficientes para indicar ou contraindicar a vacina.
• O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico (consulte os Calendaìrios de vacinação SBIm Pacientes Especiais).
Sempre que possível, preferir vacinas combinadas
Sempre que possível, considerar aplicações simultâneas na mesma visita
Qualquer dose não administrada na idade recomendada deve ser aplicada na visita subsequente
Eventos adversos significativos devem ser notificados às autoridades competentes
Algumas vacinas podem estar especialmente recomendadas para pacientes portadores de comorbidades ou em outra situação
especial. Consulte os Calendaìrios de vacinação SBIm Pacientes Especiais
.
Fonte: SBIm 2016/2017 - Associação Brasileira de Imunização

PREMATURO CRIANÇA ADOLESCENTE ADULTO GESTANTE IDOSO OCUPACIONAL ATLETA PACIENTES ESPECIAIS
OCUPACIONAL
VACINAS
ESPECIALMENTE
INDICADAS
ESQUEMAS E RECOMENDAÇÕES INDICAÇÕES ESPECIAIS PARA PROFISSIONAIS POR ÁREA DE ATUAÇÃO
Tríplice viral
(sarampo, caxumba e rubéola)
É considerado protegido o individuo que tenha recebido duas doses acima de 1 ano de idade, e com intervalo mínimo
de um mês entre elas.
SIM -- SIM -- SIM -- SIM -- SIM SIM -- SIM SIM SIM
Hepatite A 2 doses, no esquema 0-6 meses. SIM SIM SIM SIM SIM -- SIM -- SIM SIM -- SIM SIM SIM
Hepatite B 3 doses, no esquema 0-1-6 meses. SIM -- SIM SIM -- -- SIM -- SIM -- SIM SIM SIM SIM
Hepatite A e B três doses, no esquema 0-1-6 meses. A vacina combinada é uma opção e pode substituir a vacinação isolada das hepatites A e B. SIM -- SIM SIM -- -- SIM -- SIM -- -- SIM SIM SIM
HPV Duas vacinas estão disponíveis no Brasil: HPV4, licenciada para ambos os sexos e HPV2, licenciada apenas para o sexo feminino. -- -- -- -- -- -- SIM -- -- -- -- -- -- --
Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto (difteria,
tétano e Coqueluche) – dTpa
ou dTpa-VIP

Dupla adulto (difteria e tétano) – dT
Aplicar dTpa independente de intervalo prévio com dT ou TT.
Com esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa dez anos após a última dose.
Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de dTpa a qualquer momento e completar a vacinação básica com uma ou duas doses de dT de forma a totalizar três doses de vacina contendo o componente tetânico.
A dTpa pode ser substituída por dTpa-VIP ou dT, dependendo da disponibilidade.
dTpa dT dT ou
dTpa-VIP
dT dTpa dT -- -- dTpa-VIP -- dT dTpa
dTpa-VIP dT ou
dTpa-VIP
Poliomielite inativada Pessoas nunca vacinadas: uma dose. Na rede privada só existe combinada à dTpa. -- -- SIM -- -- -- -- -- SIM -- -- -- SIM --
Varicela (catapora) Para suscetíveis: duas doses com intervalo de um a dois meses. SIM -- SIM -- SIM -- SIM -- SIM SIM -- SIM SIM SIM
Influenza (gripe) Dose única anual. Desde que disponível, a vacina influenza 4V é preferível à vacina influenza 3V, inclusive em gestantes,
por conferir maior cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina 4V, utilizar a vacina 3V.
SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM
Meningocócica
conjugada
(C ou ACWY)
Uma dose. A indicação da vacina, assim como a necessidade de reforços, dependerão da situação epidemiológica. SIM -- SIM -- -- -- -- -- SIM -- -- -- SIM SIM
Meningocócica B Duas doses com intervalo de um a dois meses. Considerar seu uso avaliando a situação epidemiológica. SIM -- SIM -- -- -- -- -- SIM -- -- -- SIM SIM
Febre amarela Uma dose para residentes ou viajantes para a.reas de vacinacao (de acordo com classificação do Ministério da Saúde). Se persistir o risco, fazer uma segunda dose dez anos após a primeira. Pode ser recomendada também para atender a exigencias sanitarias de determinadas viagens internacionais. Em ambos os casos, vacinar pelo menos dez dias antes da viagem. -- -- SIM -- -- -- -- -- SIM -- -- -- SIM SIM
Raiva Para pré-exposição: três doses, 0-7-21 a 28 dias. -- -- SIM -- -- SIM -- -- -- -- -- -- SIM SIM
Febre tifoide Dose única. No caso de o risco de infecção permanecer ou retornar, está indicada outra dose após três anos. -- -- SIM SIM -- -- -- -- SIM -- -- -- SIM SIM
Sempre que possível, preferir vacinas combinadas
Sempre que possível, considerar aplicações simultâneas na mesma visita
Qualquer dose não administrada na idade recomendada deve ser aplicada na visita subsequente
Eventos adversos significativos devem ser notificados às autoridades competentes
Algumas vacinas podem estar especialmente recomendadas para pacientes portadores de comorbidades ou em outra situação
especial. Consulte os Calendaìrios de vacinação SBIm Pacientes Especiais
.
Fonte: SBIm 2016/2017 - Associação Brasileira de Imunização

PREMATURO CRIANÇA ADOLESCENTE ADULTO GESTANTE IDOSO OCUPACIONAL ATLETA PACIENTES ESPECIAIS
ATLETA
VACINAS JUSTIFICATIVA PARA A VACINAÇÃO DO ATLETA RECOMENDAÇÕES COMENTÁRIOS DISPONIBILIZAÇÃO
DAS VACINAS
Gratuitas nas Unidades Básicas de Saúde clínicas
privadas
de
vacinação
Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) Risco indivídual e coletivo: Surtos dessas viroses não são raros em atletas e equipe, podendo comprometer desempenho, treinos e até mesmo impedir participação em competições. É considerado protegido o indivíduo que tenha recebido duas doses da vacina tríplice viral acima de 1 ano de idade, e com intervalo mínimo de um mês entre elas. Aplicar uma dose para individuos que receberam apenas uma dose previamente; aplicar duas doses para os que ainda não receberam nenhuma dose da vacina ou com antecedentes vacinais desconhecidos, respeitando intervalo mínimo de 30 dias entre as doses. Vacina contraindicada para imunodeprimidos e gestantes. SIM
Uma dose até
os 49 anos
SIM
Hepatites A, B
ou A e B
Risco indivídual e coletivo: Atletas que viajam e, principalmente aqueles que praticam esportes aquáticos, estão mais expostos à infecção pelo VHA. Surtos não são raros. Vacina hepatite B é de recomendação universal e atletas também têm comportamento de risco para infecção pelo VHB.

Hepatite A: duas doses no esquema 0-6 meses.

• A vacina combinada para as hepatites A e B é uma opção e pode substituir a vacinação isolada para as hepatites A e B.
• Esquema acelerado pode ser recomendado para atletas não previamente imunizados, em situação de viagem considerada de risco, e sem tempo hábil de receber as doses no esquema padrão.
NÃO SIM
Hepatite B: três doses, no esquema 0-1-6 meses. SIM SIM
Hepatite A e B: três doses, no esquema 0-1-6 meses. NÃO SIM
HPV Risco indivídual: Atletas passam longos períodos longe do convívio familiar e não é raro atividade sexual eventual. Está bem documentada na literatura a incidência aumentada de DSTs em atletas. • Duas vacinas estão disponíveis no Brasil: uma contendo VLPs dos tipos 6, 11, 16 e 18, licenciada para meninas e mulheres de 9 a 45 anos de idade e meninos e homens de 9 a 26 anos; e outra contendo VLPs dos tipos 16 e 18, licenciada apenas para meninas e mulheres a partir dos 9 anos de idade.
• Três doses: 0-1 a 2-6 meses. O PNI adtou esquema de duas doses (0-6 meses) para meninas de 9 a 13 anos.
• A vacinação deve ser iniciada o mais precocemente possível, ou seja, a partir dos 9 anos de idade.
• Mulheres e homens mais velhos, mesmo que previamente infectados, podem se beneficiar com a vacinação.
• Para homens, apenas a vacina quadrivalente está licenciada e, para os maiores de 26 anos, seu uso é off label, ficando a critério médico sua indicação.
• Vacina contraindicada em gestantes.
SIM
Vacina
quadrivalente
para meninas
de 9 a 13 anos
SIM
Tríplice bacteriana
acelular do tipo
adulto – dTpa
ou dTpa-VIP
(difteria, tétano
e coqueluche)

Dupla adulto – dT
(difteria e tétano)
Risco indivídual e coletivo: A prática de esportes e alguns tipos de exercícios físicos podem ser de risco aumentado para ferimentos e acidentes perfurocortantes, condições que aumentam risco de tétano. A coqueluche é doença frequente em nosso meio e pode comprometer desempenho,treinos e participação em competições, além de ser transmissível a outros atletas e equipe. • Atualizar dTpa independente de intervalo prévio com dT ou TT.
Com esquema de vacinação básico para tétano completo: reforço com dTpa a cada dez anos.
Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de dTpa a qualquer momento e completar a vacinaçã básica com uma o u duas doses de dT (dupla bacteriana do tipo adulto) de forma a totalizar tre^s doses de vacina contendo o componente tetãnico.
Para indivíduos que pretendem viajar a países nos quais a poliomielite á endêmica: recomenda-se a vacina dTpa combinada à pólio inativada (dTpa-VIP). A dTpa-VIP pode substituir a dTpa.
• A vacina dTpa está recomendada mesmo para aqueles que tiveram a coqueluche, já que a proteção conferida pela infecção não é permanente.
• Uma dose de vacina dTpa é recomendada, mesmo nos indivíduos que receberam a vacina dupla bacteriana do tipo adulto (dT), independentemente do intervalo entre elas.
• Para adultos e adolescentes que pretendem viajar para países em que a poliomielite é endêmica, deve-se indicar a vacina dTpa combinada à pólio inativada (dTpa-IPV).
SIM
dT
SIM
dTpa e
dTpa-VIP
Varicela (catapora) Risco indivídual e coletivo: Doença infecto-contagiosa possível de causar surtos. Duas doses com intervalo de um a dois meses para os suscetíveis. Contraindicada para imunodeprimidos e gestantes. NÃO SIM
Influenza (gripe) Risco indivídual e coletivo: Todos os atletas devem ser vacinados pelo risco aumentado de infecções respiratórias, além de ser infecção altamente transmissível à outros atletas e equipe. Dose única anual. Desde que disponível, a vacina influenza 4V é preferível à vacina influenza 3V, por conferir maior cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina 4V, utilizar a vacina 3V. SIM
3V para
grupos de risco
SIM
3V e 4V
Febre amarela Risco indivídual: Atletas frequentemente viajam para regiões de recomendação da vacina ou para países que fazem exigência do CIVP para entrada de viajantes provenientes de países endêmicos, como é o caso do Brasil Uma dose para residentes ou viajantes para áreas de vacinação (de acordo com classificação do MS e da OMS). Se persistir o risco, fazer uma segunda dose dez anos após a primeira. Pode ser recomendada também para atender a exigencias sanitárias de determinadas viagens internacionais. Em ambos os casos, vacinar pelo menos dez dias antes da viagem. Contraindicada para imunodeprimidos, gestantes e mulheres amamentando bebês até 6 meses de vida. Quando os riscos de adquirir a doença superam os riscos potenciais da vacinação, o médico deve avaliar sua utilização. SIM SIM
Dengue Risco indivídual: Considerar para aqueles que residem ou viajam para regiões de risco, sobretudo aos atletas que exercem atividades ao ar livre nessas regiões. Recomendada para indivíduos de 9 a 45 anos.Três doses com intervalo de 6 meses (0-6-12 meses). Contraindicada para imunodeprimidos, gestantes e mulheres amamentando. NÃO SIM
Meningocócica
conjugada C e ACWY
Risco indivídual e coletivo: A doença menigocócica pode ocorrer em qualquer parte do mundo e a epidemiologia é variável e dinâmica. Fatores de risco como dormitórios coletivos, transportes coletivos, aglomerações são condições pertinentes à atletas que viajam para competições. Além do prejuízo individual por ser doença muito grave, existe o risco de transmissão do meningococo na comunidade de origem no retorno de viagens, pelos viajantes colonizados. Para adolescentes não vacinados anteriormente com ACWY: duas doses com intervalo de 5 anos.
Para adultos: Uma dose. Para esse grupo, a indicação da vacina dependerá da situação epidemiológica.
Considerar, em situações de risco aumentado, dose de reforço para aqueles vacinados há mais de cinco anos. Se a vacina meningocócica conjugada quadrivalente não estiver disponivel, a monovalente para o tipo C pode ser empregada, lembrando que esse é o tipo mais comum em nosso país na atualidade. NÃO SIM
Meningococo B Para adolescentes e adultos: duas doses com intervalo de um mês. Para adultos, a indicação dependerá da situação epidemiológica. Não se conhece ainda a duração da proteção conferida e, consequentemente, a necessidade de dose(s) de reforço. NÃO SIM
VACINAS COM INDICAÇÕES ESPECIAIS
Febre tifoide Risco indivídual e coletivo: Considerar para atletas que viajam para regiões de risco da doença, sobretudo àqueles que não poderão controlar água e alimentos a serem ingeridos. Surtos podem ocorrer. Dose única. Dose de reforço pode ser considerada 3 anos após, se mantido o risco. Indicada somente para pessoas que tenham alto risco de adquirir a infecção. SIM
Somente em
centros públicos
de medicina do
viajante
SIM
Raiva Risco indivídual: Praticantes de esportes em regiões de risco, especialmente aqueles que exercem atividades em contato com a natureza e ficam mais expostos à agressões por animais. Esquema pré-exposição: três doses no esquema 0-7-21 a 28 dias Indicada para atletas com risco de acidentes com animais, inclusive em viagens. SIM SIM
Pneumocócicas Risco indivídual: Recomendadas para aqueles considerados de risco aumentado para doença pneumocócica, seja pela idade ou pela presença de comorbidades. Esquema sequencial de VPC13 e VPP23 é recomendado para indivíduos com 60 anos ou mais. Inciar com VPC13 seguida de VPP23 seis a doze meses após e outra cinco anos após primeira dose de VPP23. Devem ser recomendadas para individuos de qualquer idade, considerados de alto risco para a doença pneumocócica: cardiopatas e pneumopatas crônicos, diabéticos, asplenicos, imunodeprimidos, entre outros. SIM
VPP23
disponível nos
CRIEs
SIM
Herpes Zóster Risco indivídual: Maiores de 50 anos. Dose única. Licenciada para pessoas a partir dos 50 anos e altamente recomendada para maiores de 60. Contraindicada para imunodeprimidos e gestantes. NÃO SIM
Fonte: SBIm 2016/2017 - Associação Brasileira de Vacinação
PREMATURO CRIANÇA ADOLESCENTE ADULTO GESTANTE IDOSO OCUPACIONAL ATLETA PACIENTES ESPECIAIS
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BOTAFOGO
Rua Real Grandeza, 139 sala 307 - Botafogo - Rio de Janeiro - RJ - CEP 22281-033
Telefone: (21) 2537-3595 - Celular: (21) 9520-5594 - Fax: (21) 2535-5038
Funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 18h, e sábados, das 9h às 14h30
BARRA DA TIJUCA
Avenida Ayrton Senna 3000 Loja 1087 - Via Parque Shopping - Barra de Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - CEP 22775-904
Telefones: (21) 3328-9782 e 2421-3139
Funcionamento: Horário comercial do shopping. Sujeito a alterações conforme determinação da administração do Via Parque Shopping

e-mail: neovacinas@neovacinas.com.br
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