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Calendários de Vacinação
PREMATURO CRIANÇA ADOLESCENTE ADULTO GESTANTE IDOSO OCUPACIONAL VIAJANTE PACIENTES ESPECIAIS

PREMATURO
O nascimento de uma criança é um momento de celebração. Ainda no hospital, a família recebe muitas visitas e o contato com pessoas externas torna-se inevitável. Por se tratar de uma criança recém nascida e em alguns casos, prematuras, com baixa imunidade, a atenção deve ser redobrada no que diz respeito à saúde, principalmente quando o assunto é a prevenção a doenças.
VACINAS RECOMENDAÇÕES E
CUIDADOS ESPECIAIS
COMENTÁRIOS DISPONIBILIZAÇÃO DAS VACINAS
Gratuitas nas UBS* e/ou nos CRIEs** Clínicas
particulares
BCG ID Dose única. Se PN** <2.000 g, adiar a vacinação atá que o RN*** atinja peso maior ou igual
a 2.000 g.
Deverá ser aplicada o mais precocemente possível, de preferência ainda na maternidade. Em caso de suspeita de imunodefciência ou RNs cujas mães fizeram uso de drogas imunossupressoras durante a gestação, a vacina pode estar contraindicada (consulte os Calendários de vacinação pacientes especiais). SIM SIM
Anticorpo monoclonal
específico contra o VSR
(palivizumabe)
Estão recomendadas doses mensais consecutivas de 15 mg/kg de peso, via intramuscular, até no
maìximo cinco aplicações para os seguintes grupos:
Prematuros até 28 semanas gestacionais, no primeiro ano de vida.
Prematuros até 32 semanas gestacionais, nos primeiros seis meses de vida.
Bebês com doença pulmonar crônica da prematuridade e/ou cardiopatia congênita, até o segundo ano de vida, desde que esteja em tratamento destas condições nos últimos seis meses.
Utilizar inclusive em RNs hospitalizados.
Deve ser aplicada nos meses de maior circulação do vírus, o que depende da região do Brasil: região Norte, de janeiro a junho; região Sul, de março a agosto; regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, de fevereiro a julho.
O Ministério da Saúde disponibiliza gratuitamente para:
Prematuros até 28 semanas gestacionais, no primeiro ano de vida.
Bebês com doença pulmonar crônica da prematuridade e/ou cardiopatia congênita, até o segundo ano de vida.
O uso em portadores de doença pulmonar crônica e/ou cardiopatias congênitas está indicado independente da idade gestacional ao nascer.
NA REDE PÚBLICA:
verificar onde está
disponível em cada
município.
SIM
Hepatite B Obrigatoriamente quatro doses (esquema 0-2-4-6 meses ou 0-1-2-6 meses), em RNs nascidos com peso inferior a 2.000 g ou idade gestacional menor que 33 semanas, sendo a primeira dose nas primeiras 12 horas de vida. O uso da vacina combinada DTPa-HB-VIP-Hib deve ser considerado, inclusive para RNs hospitalizados. Os RNs de mães HBSAg+ devem receber ao nascer, além da vacina, imunoglobulina específica contra hepatite B (IGHAHB). SIM, hepatite B e
DTPw-HB-Hib
SIM,
hepatite B e
DTPa-HB-VIP-Hib
Rotavírus
Vacinar na idade cronológica, iniciando aos 2 meses de vida, respeitando-se a idade limite máxima de aplicação da primeira dose de 3 meses e 15 dias de acordo com o Calendário de vacinação Criança.
Vacina de vírus vivo atenuado, oral, e portanto contraindicada em ambiente hospitalar.
Em caso de suspeita de imunodeficiência ou RNs cujas mães fizeram uso
de biológicos durante a gestação, a vacina pode estar contraindicada
(consulte os Calendários de vacinação pacientes especiais).
SIM,
vacina monovalente
SIM,
vacina monovalente
e pentavalente
Tríplice bacteriana
(difteria, tétano,
coqueluche)
Vacinar na idade cronológica, iniciando aos 2 meses de vida, de acordo com o Calendário de vacinação Criança.
Para RNs prematuros, hospitalizados ou não, utilizar preferencialmente vacinas acelulares.
A utilização de vacinas acelulares reduz o risco de eventos adversos.
Em prematuros extremos, considerar o uso de analgésicos/antitérmicos profiláticos com o intuito de reduzir a ocorrência desses eventos, principalmente eventos cardiorrespiratórios e convulsão.
SIM,
DTPa e DTPw-HB-Hib
SIM, DTPa e
DTPa-VIP-Hib e
DTPa-HB-VIP-Hib
Haemophilus
influenzae b
Vacinar na idade cronológica, iniciando aos 2 meses de vida, de acordo com o Calendário de vacinação Criança.
O reforço da vacina Hib deve ser aplicado nessas crianças aos 15 meses de vida.
Na rede pública, a vacina Hib combinada com DTPa não está disponivel, por esse motivo, para os RNPTs extremos, a conduta do Ministério da Saúde é adiar a vacina
Hib para 15 dias após a administração de DTPa. O uso das vacinas combinadas a DTPa (DTPa-HB-VIP-Hib ou DTPa-VIP-Hib) são preferenciais, pois permitem a aplicação
simultanea e se mostraram eficazes e seguras para os RNPTs.
SIM,
Hib e DTPw-HB-Hib
SIM, Hib e
DTPa-VIP-Hib e
DTPa-HB-VIP-Hib
Poliomielite inativada
(VIP)
Vacinar na idade cronológica, iniciando aos 2 meses de vida, de acordo com o Calendário de vacinação Criança. Preferir as vacinas combinadas: DTPa-HB-VIP-Hib e DTPa-VIP-Hib SIM,
VIP
SIM,
DTPa-VIP-Hib e
DTPa-HB-VIP-Hib
Pneumocócica
conjugada
Vacinar na idade cronológica, iniciando aos 2 meses de vida, de acordo com o Calendário de vacinação Criança. RNPTs e de baixo PN apresentam maior risco para o desenvolvimento de doença pneumocócica invasiva, tanto maior quanto menor a idade gestacional e o PN. SIM,
VPC10
SIM,
VPC10 e VPC13
Meningocócicas Vacinar na idade cronológica, iniciando aos 3 meses de vida, de acordo com o Calendário de vacinação Criança. Sempre que possível, preferir a vacina menACWY no esquema básico e nos reforços; na
sua impossibilidade, utilizar a vacina meningocócica C conjugada. A fim de reduzir a frequência de eventos adversos, a vacina meningocócica B deve ser
aplicada preferencialmente em separado das vacinas pneumocócica e pertussis e deve-se considerar o uso de antitérmico profilático.
SIM,
menC
SIM,
menC, menACWY
e menB
Influenza Vacinar na idade cronológica, iniciando a partir dos 6 meses de vida, de acordo com a sazonalidade
do vírus e com o Calendário de vacinação Criança.
Desde que disponível, a vacina influenza 4V é preferível à vacina influenza 3V, por conferir maior cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina 4V, utilizar a vacina 3V. SIM,
3V
SIM,
3V e 4V
Febre amarela Vacinar na idade cronológica, aos 9 meses de idade, de acordo com o Calendário de vacinação Criança. Vacina atenuada. Portanto, contraindicada em caso de imunodeficiência. SIM SIM
Imunoglobulina
humana anti-hepatite
B (IGHAHB)
Para RNs de mães portadoras do vírus da hepatite B: 0,5 mL via intramuscular. Aplicar preferencialmente nas primeiras 12 a 24 horas de vida, ateì, no máximo, o sétimo dia de vida. SIM NÃO
Imunoglobulina
humana antivaricela
zóster (IGHVZ)
Está recomendada nas seguintes situações:
Para prematuros nascidos entre 28 semanas e 36 semanas de gestação expostos à varicela, quando a mãe tiver história negativa para varicela.
Para prematuros nascidos com menos de 28 semanas de gestação ou com menos de 1.000 g de peso expostos à varicela, independente da história materna de varicela.
A dose eì de 125 UI por via IM e deve ser aplicada até 96 horas de vida do RN.
Independente da idade gestacional ou PN, recomendar para RN cuja maÞe tenha
apresentado quadro cliìnico de varicela de cinco dias antes até dois dias depois do parto.
SIM NÃO
Imunoglobulina
humana antitetânica
(IGHAT)
Está recomendada na dose de 250 UI, por via IM. Para RNs prematuros com lesões potencialmente
tetanogênicas, independentemente da história vacinal da mãe.
Independente da idade gestacional ou PN, deve ser aplicada para RNs prematuros sob risco potencial de tétano. SIM NÃO
Fonte: SBIm 2018/2019 - Associação Brasileira de Imunização

27/06/2018 . O uso simultâneo de múltiplas doses injetáveis em RNPTs pode associar-se à apneia, devendo-se dar preferência à administração de menor número de injeções em cada imunização . Qualquer dose não administrada na idade recomendada deve ser aplicada na visita subsequente . Eventos adversos significativos devem ser notificados às autoridades competentes.
* recém-nascido pré-termo
**
peso ao nascimento
***
recém-nascido
* UBS – Unidades Básicas de Saúde
**
CRIEs – Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais

PREMATURO CRIANÇA ADOLESCENTE ADULTO GESTANTE IDOSO OCUPACIONAL VIAJANTE PACIENTES ESPECIAIS
CRIANÇA
VACINAS DO NASCIMENTO AOS 2 ANOS DE IDADE DOS 2 AOS 10 ANOS DISPONIBILIZAÇÃO
DAS VACINAS
período em meses período em anos Gratuitas nas Unidades Básicas de Saúde Clínicas
privadas
de
vacinação
Ao
nascer
1
2
3
4
5
6
7
8
9
12 15 18
2
4 5 6 9 10
BCG ID Dose
única
                                    SIM SIM
Hepatite B 1ª dose   2ª dose       3ª dose                         SIM SIM
Tríplice bacteriana
(DTP ou DTPa)
    1ª dose   2ª dose   3ª dose         reforço   reforço       DTPw DTPa e dTpa
Haemophilus
influenzae
b
    1ª dose   2ª dose   3ª dose         reforço             SIM, para 3
primeiras doses
SIM
Poliomielite
(vírus inativados)
    1ª dose   2ª dose   3ª dose         reforço   reforço       SIM, VIP para as 3 primeiras
doses e VOP nas doses de
reforços e campanhas
para crianças de 1 a 4 anos
SIM, somente nas apresentações
combinadas com DTPa e dTpa
Rotavírus     2 ou 3 doses, dependendo da vacina utilizada                     SIM, vacina
monovalente
SIM, vacina
monovalente e
pentavalente
Pneumocócica
conjugada
    1ª dose   2ª dose   3ª dose       reforço               SIM, VPC10 para menores de 5 anos SIM
VPC10 e VPC13
Meningocócica
conjugada
      duas ou três doses, dependendo da vacina utilizada     MenACWY       MenACWY     SIM, menC para menores de 5 anos SIM, menC e
menACWY
Meningocócica B       1ª dose   2ª dose   3ª dose     reforço               NÃO SIM
Influenza (gripe)             Dose anual. Duas doses na primovacinação antes dos 9 anos SIM, 3V para menores
de 5 anos
e grupos de risco
SIM,
3V e 4V
Poliomielite oral
(vírus vivos atenuados)
                    DIAS NACIONAIS DE VACINAÇÃO         SIM NÃO
Febre amarela                   Dose única                   SIM SIM
Hepatite A                     1ª dose   2ª dose             SIM, dose única aos 15
meses (até menores de
5 anos)
SIM
Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)                     1ª dose 2ª dose           SIM SIM
Varicela (catapora)                     1ª dose 2ª dose           SIM, duas doses (aos 15 meses e entre
4 e 6 anos)
SIM
HPV                                   2 doses SIM, HPV4 - 2 doses para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos SIM
Vacina tríplice bacteriana
acelular do tipo adulto
(dTpa)
                                  reforço NÃO SIM
Dengue                                   3 doses   NÃO SIM
Fonte: SBIm 2018/2019 - Associação Brasileira de Imunização

24/06/2018 • Sempre que possível, preferir vacinas combinadas • Sempre que possível, considerar aplicações simultâneas na mesma visita • Qualquer dose não administrada na idade recomendada deve ser aplicada na visita subsequente • Eventos adversos significativos devem ser notificados às autoridades competentes.

PREMATURO CRIANÇA ADOLESCENTE ADULTO GESTANTE IDOSO OCUPACIONAL VIAJANTE PACIENTES ESPECIAIS
ADOLESCENTE (de 11 a 19 anos de idade)
O Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde tem direcionado o seu foco de atenção muito além das crianças menores de cinco anos, como inicialmente proposto no início dos anos setenta. O aumento desta prática decorre da necessidade de prestar atenção integral à saúde do adolescente, grupo vulnerável a acidentes, violência, uso de drogas, DST/AIDS, gravidez precoce, doenças preveníveis por vacinação, dentre outros. Verifique se seu filho está em dia com o esquema de vacinas proposto no calendário de vacinação do adolescente.
VACINAS ESQUEMAS E RECOMENDAÇÕES COMENTÁRIOS DISPONIBILIZAÇÃO DAS VACINAS
Gratuitas nas Unidades Básicas de Saúde Clínicas
privadas
de
vacinação
Tríplice viral
(sarampo,
caxumba
e rubéola)
Duas doses da vacina acima de 1 ano de idade, com intervalo mínimo de um mês entre elas.
Para adolescentes com esquema completo, não há evidências que justifiquem uma terceira dose como rotina, podendo ser considerada em situações de surto de caxumba e risco para a doença.
Contraindicada para gestantes. O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico (consulte os Calendaìrios de vacinação pacientes especiais).
Até 12 anos de idade, considerar a aplicação de vacina combinada quádrupla viral (sarampo, caxumba, rubeìola e varicela / SCRV).
SIM,
SCR
SIM,
SCR e SCRV
Hepatite A 2 doses, no esquema 0-6 meses.
Adolescentes não vacinados na infância para as hepatites A e B devem ser vacinados o mais precocemente possível para essas infecções.
A vacina combinada para as hepatites A e B é uma opção e pode substituir a vacinação isolada para as hepatites A e B.
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
NÃO SIM
Hepatite B 3 doses, esquema 0-1-6 meses. SIM SIM
Hepatite A+B para menores de 16 anos: duas doses aos 0-6 meses.
A partir de 16 anos: três doses aos 0-1-6 meses.
NÃO SIM
HPV
Se o esquema de vacinação não foi iniciado aos 9 anos, aplicar a vacina o mais precocemente possível.
O esquema de vacinação para meninas e meninos menores de 15 anos é de duas doses com intervalo de seis meses (0-6 meses).
Para adolescentes com idade. 15 anos, nao imunizados anteriormente, o esquema e de três doses (0-1 a 2-6 meses).
Duas vacinas estão disponíveis no Brasil: HPV4, licenciada para ambos os sexos; e HPV2, licenciada apenas para o sexo feminino.
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
SIM, HPV4 - 2 doses
para meninas de
9 a 14 anos e
meninos de 11 a
14 anos
SIM, HPV4 e HPV2
Tríplice bacteriana
acelular do
tipo adulto
(difteria, tétano e
coqueluche) – dTpa
ou dTpa-VIP


Dupla adulto
(difteria e tétano)
– dT
Com esquema de vacinação básico completo: dose de reforço, preferencialmente com dTpa,
dez anos após a última.

Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de dTpa a qualquer momento e completar a vacinação básica com dT (dupla bacteriana do tipo adulto) de forma a totalizar três doses
de vacina contendo o componente tetânico.

Não vacinados e/ou histórico vacinal desconhecido: uma dose de dTpa e duas doses de dT no esquema 0-2-4 a 8 meses.
Atualizar dTpa independente de intervalo prévio com dT ou TT.
O uso da vacina dTpa, em substituição à dT, para adolescentes, objetiva, além
da proteção individual, a redução da transmissão da Bordetella pertussis, principalmente para suscetíveis com alto risco de complicações, como os lactentes.
Considerar antecipar reforço com dTpa para cinco anos após a última dose de vacina
contendo o componente pertussis para adolescentes contactantes de lactentes.
Para indivíduos que pretendem viajar para países nos quais a poliomielite é endêmica recomenda-se a vacina dTpa combinada à pólio inativada (dTpa-VIP).
A dTpa-VIP pode substituir a dTpa, inclusive em gestantes, ficando a criteìrio meìdico o uso off label nesses casos.
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
A vacina está recomendada mesmo para aqueles que tiveram coqueluche, já que a proteção conferida pela infecção não é permanente.
SIM,
dT para todos.
dTpa para
gestantes e
puérperas até
45 dias após
o parto
SIM,
dTpa e
dTpa-VIP
Varicela (catapora) Para suscetíveis: duas doses.

Para menores de 13 anos: intervalo de três meses.

A partir de 13 anos: intervalo de um a dois meses.
O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo meìdico (consulte os Calendários de vacinação pacientes especiais).
Até 12 anos de idade, considerar a aplicação de vacina combinada quaìdrupla viral (SCRV).
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
NÃO SIM,
varicela e SCRV
Influenza
(gripe)
Dose única anual.
Desde que disponível, a vacina influenza 4V é preferível à vacina influenza 3V, por conferir maior cobertura das cepas circulantes.
Na impossibilidade de uso da vacina 4V, utilizar a vacina 3V.
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
SIM,
3V para grupos
de risco
SIM,
3V e 4V
Meningocócica
conjugada ACWY
Para não vacinados na infância: duas doses com intervalo de cinco anos.

Para vacinados na infância: reforço aos 11 anos ou cinco anos após o último reforço na infância.
Na indisponibilidade da vacina meningocoìcica conjugada ACWY, substituir pela vacina meningocoìcica C conjugada.
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
SIM, Men C
(11 a 14 anos)
SIM
Meningocócica B Duas doses com intervalo de um a dois meses.
Não se conhece ainda a duração da proteção conferida e, consequentemente, a necessidade de dose(s) de reforço.
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
NÃO SIM
Febre amarela Não há consenso sobre a duração da proteção conferida pela vacina. De acordo com o risco
epidemiológico, uma segunda dose pode ser considerada, em especial para aqueles vacinados antes dos 2
anos de idade, pela maior possibilidade de falha vacinal primária.
Contraindicada para adolescentes amamentando bebês menores de 6 meses de idade.
O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo meìdico (consulte
os Calendários de vacinação pacientes especiais).
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
SIM SIM
Dengue
Recomendada para adolescentes previamente infectados pelo vírus (soropositivos).
Esquema de três doses com intervalos de 6 meses (0-6-12 meses).
Licenciada para pessoas entre 9 e 45 anos.
Contraindicada para imunodeprimidos, gestantes e adolescentes amamentando.
NÃO SIM
Fonte: SBIm 2018/2019 - Associação Brasileira de Imunização

27/03/2018 • Sempre que possível, preferir vacinas combinadas • Sempre que possível, considerar aplicações simultâneas na mesma visita • Qualquer dose não administrada na idade recomendada deve ser aplicada na visita subsequente • Eventos adversos significativos devem ser notificados às autoridades competentes.

PREMATURO CRIANÇA ADOLESCENTE ADULTO GESTANTE IDOSO OCUPACIONAL VIAJANTE PACIENTES ESPECIAIS
ADULTO (20 a 59 anos)
Engana-se quem acha que apenas crianças devem estar vacinadas contra certos tipos de doenças. Em todas as fases de nossa vida, estamos suscetíveis a infecções por vírus e bactérias que, se não tratadas, podem causar muitos problemas.
VACINAS ESQUEMAS E RECOMENDAÇÕES COMENTÁRIOS DISPONIBILIZAÇÃO DAS VACINAS
Gratuitas nas Unidades Básicas de Saúde Clínicas
privadas
de
vacinação
Tríplice viral
(sarampo, caxumba e rubéola)
Duas doses da vacina acima de 1 ano de idade, com intervalo mínimo de um mês entre elas.
Para adultos com esquema completo, não há evidências que justifiquem uma terceira dose como
rotina, podendo ser considerada em situações de surto de caxumba e risco para a doença.
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico (consulte os Calendários de vacinação pacientes especiais).
SIM, 2 doses até
29 anos; 1 dose
entre 30 e 49
anos
SIM
Hepatite A duas doses, no esquema 0-6 meses.
Indivíduos não imunizados anteriormente para as hepatites A e B devem ser vacinados.
A vacina combinada para as hepatites A e B é uma opção e pode substituir a vacinação isolada para as hepatites A e B.
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
NÃO SIM
Hepatite B três doses, no esquema 0-1-6 meses. SIM SIM
Hepatite A+B três doses, no esquema 0-1-6 meses. NÃO SIM
HPV 3 doses: 0-1 a 2-6 meses.
Duas vacinas estão disponíveis no Brasil: HPV4, licenciada para meninas e mulheres de 9 a 45 anos de idade e meninos e homens de 9 a 26 anos; e HPV2, licenciada para meninas e mulheres a partir dos 9 anos de idade.
Indivíduos mesmo que previamente infectados podem ser beneficiados com a vacinação.
Homens e mulheres em idades fora da faixa de licenciamento também podem ser beneficiados com a vacinação, ficando a critério médico o uso off label nesses casos.
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
NÃO SIM
Tríplice Bacteriana
acelular do tipo adulto (difteria, tétano e
coqueluche) – dTpa ou dTpa-VIP

Dupla adulto (difteria e tétano) – dT
Atualizar dTpa independente de intervalo prévio com dT ou TT.

Com esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa a cada dez anos.

Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de dTpa a qualquer momento
e completar a vacinação básica com dT (dupla bacteriana do tipo adulto) de forma a totalizar 3 doses de vacina contendo o componente tetânico.

Nao vacinados e/ou histórico vacinal desconhecido: uma dose de dTpa e 2 doses de dT no
esquema 0-2-4 a 8 meses.

Para individuos que pretendem viajar para países nos quais a poliomielite é endêmica:
recomenda-se a vacina dTpa combinada à pólio inativada (dTpa-VIP).

A dTpa-VIP pode substituir a dTpa.
A dTpa estárecomendada mesmo para aqueles que tiveram a coqueluche, já que a proteção conferida pela infecção não é permanente.
O uso da vacina dTpa, em substituição à dT, objetiva, além da proteção individual, a redução da transmissão da Bordetella pertussis, principalmente para suscetíveis com alto risco de
complicações, como os lactentes.
Considerar antecipar reforço com dTpa para cinco anos após a última dose de vacina contendo o componente pertussis em adultos contactantes de lactentes.
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
SIM
dT
SIM
dTpa e
dTpa-VIP
Varicela
(catapora)
Para suscetíveis: duas doses com intervalo de um a dois meses.
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico (consulte os Calendários de vacinação pacientes especiais).
NÃO SIM
Influenza
(gripe)
Dose única anual.
Desde que disponível, a vacina influenza 4V é preferível à vacina influenza 3V, por conferir maior
cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina 4V, utilizar a vacina 3V.
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
SIM,
3V para grupos
de risco
SIM,
3V e 4V
Meningocócica
conjugada ACWY
Uma dose. A indicação da vacina, assim como a necessidade de reforços, dependerão da situação epidemiológica.
Na indisponibilidade da vacina meningocócica conjugada ACWY, substituir pela vacina
meningocócica C conjugada.
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
NÃO SIM
Meningocócica B Duas doses com intervalo de um a dois meses. A indicação dependerá da situação epidemiológica.
Não se conhece ainda a duração da proteção conferida e, consequentemente, a necessidade de dose(s) de reforço.
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
NÃO SIM
Febre amarela Não há consenso sobre a duração da proteção conferida pela vacina. De acordo com o risco epidemiológico, uma segunda dose pode ser considerada pela possibilidade de falha vacinal.
Contraindicada para mulheres amamentando bebês menores de 6 meses de idade.
O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico (consulte os Calendários de vacinação pacientes especiais).
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
SIM SIM
Pneumocócicas A vacinação entre 50-59 anos com VPC13 fica a critério médico.
Esquema sequencial de VPC13 e VPP23 é recomendado rotineiramente para indivíduos com 60 anos ou mais (ver Calendário de vacinação idoso).
O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico (consulte os Calendários de vacinação pacientes especiais).
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
NÃO SIM
Herpes zóster Uma dose. Licenciada a partir dos 50 anos, ficando a critério médico sua recomendação a partir dessa idade.
Recomendada para indivíduos a partir de 60 anos de idade (ver Calendário de vacinação idoso), mesmo para aqueles que já desenvolveram a doença. Nesses casos, aguardar o intervalo de
um ano, entre o quadro agudo e a aplicação da vacina.
Em caso de pacientes com história de herpes zóster oftálmico, ainda não existem dados suficientes para indicar ou contraindicar a vacina.
O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico (consulte os Calendários de vacinação pacientes especiais).
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
NÃO SIM
Dengue
Recomendada para adultos previamente infectados pelo vírus (soropositivos).
Esquema de três doses com intervalos de 6 meses (0-6-12 meses).
Contraindicada em imunodeprimidos, gestantes e mulheres amamentando.
NÃO SIM
Fonte: SBIm 2018/2019 - Associação Brasileira de Imunização

15/06/2018 • Sempre que possível, preferir vacinas combinadas • Sempre que possível, considerar aplicações simultâneas na mesma visita • Qualquer dose não administrada na idade recomendada deve ser aplicada na visita subsequente • Eventos adversos significativos devem ser notificados às autoridades competentes.
 

PREMATURO CRIANÇA ADOLESCENTE ADULTO GESTANTE IDOSO OCUPACIONAL VIAJANTE PACIENTES ESPECIAIS
GESTANTE
É muito importante que as mulheres estejam atentas ao seu calendário de vacinação. Principalmente aquelas que estão planejando ter um bebê. Existem algumas doses específicas que deverão ser tomadas antes da gestação, a fim de anular ou minimizar certos problemas. Outras vacinas que também são muito importantes para a saúde da mulher estão disponíveis no calendário de vacinação, logo abaixo. Entre elas, a dose para a prevenção do vírus HPV é considerada uma das mais importantes, por se tratar de uma doença que pode levar ao desenvolvimento de câncer do colo do útero.
VACINAS ESQUEMAS E RECOMENDAÇÕES COMENTÁRIOS DISPONIBILIZAÇÃO DAS VACINAS
Gratuitas nas Unidades Básicas de Saúde Clínicas
privadas
de
vacinação
RECOMENDADAS
Tríplice bacteriana
acelular do tipo adulto (difteria, tétano e coqueluche) – dTpa ou dTpa-VIP

Dupla adulto (difteria e tétano) – dT
HISTÓRICO VACINAL CONDUTA NA GESTAÇÃO
Previamente vacinada, com pelo menos três doses de vacina contendo o componente tetânico. Uma dose de dTpa a partir da 20ª semana de gestação, o mais precocemente possível.
Em gestantes com vacinação incompleta tendo recebido uma dose de vacina contendo o componente tetânico. Uma dose de dT e uma dose de dTpa, sendo que a dTpa deve ser aplicada a partir da 20ª semana de gestação, o mais precocemente possível. Respeitar intervalo mínimo de um mês entre elas.
Em gestantes com vacinação incompleta tendo recebido duas doses de vacina contendo o componente tetânico. Uma dose de dTpa a partir da 20ª semana de gestação, o mais precocemente possível.
Em gestantes não vacinadas e/ou histórico vacinal desconhecido. Duas doses de dT e uma dose de dTpa, sendo que a dTpa deve ser aplicada a partir da 20ª semana de gestação.
Respeitar intervalo mínimo de um mês entre elas.
dTpa está recomendada em todas as gestações, pois além de proteger a gestante e evitar que ela transmita a Bordetella pertussis ao recém-nascido, permite a transferência de anticorpos ao feto protegendo-o nos primeiros meses de vida atéque possa ser imunizado.
Em caso de pacientes com história de herpes zóster oftálmico, ainda não existem dados suficientes para indicar ou contraindicar a vacina.
O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico (consulte os Calendários de vacinação pacientes especiais).
Para gestantes: ver Calendário de vacinação gestante.
SIM,
dT e dTpa
SIM,
dTpa e
dTpa-VIP
Hepatite B 3 doses, no esquema 0-1-6 meses. A vacina hepatite B é recomendada para todas as gestantes suscetíveis. SIM SIM
Influenza
(gripe)
Dose única anual. A gestante é grupo de risco para as complicações da infecção pelo vírus influenza. A vacina está recomendada nos meses da sazonalidade do vírus, mesmo no primeiro trimestre de gestação. Desde que disponível, a vacina influenza 4V é preferível à vacina influenza 3V, por conferir maior cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina 4V, utilizar a vacina 3V. SIM,
3V
SIM,
3V e 4V
RECOMENDADAS EM SITUAÇÕES ESPECIAIS
Hepatite A Duas doses, no esquema 0-6 meses. É vacina inativada, portanto sem contraindicação. Já que no Brasil as situações de risco de exposição ao VHA são frequentes, a vacinação deve ser considerada. NÃO SIM
Hepatite A e B Para menores de 16 anos: 2 doses, aos 0-6 meses. A partir de 16 anos: 3 doses, aos 0-1-6 meses. A vacina combinada é uma opção e pode substituir a vacinação isolada das hepatites A e B. NÃO SIM
Pneumocócicas Esquema sequencial de VPC13 e VPP23 pode ser feito em gestantes de risco para doença pneumocócica invasiva (DPI) (consulte os Calendários de vacinação pacientes especiais). VPC13 e VPP23 são vacinas inativadas, portanto sem riscos teóricos para a gestante e o feto. NÃO SIM
Meningocócica conjugada ACWY Uma dose. Considerar seu uso avaliando a situação epidemiológica e/ou a presença de comorbidades consideradas de risco para a doença meningocócica (consulte os Calendários de vacinação pacientes especiais).
As vacinas meningocócicas conjugadas são inativadas, portanto sem risco teórico para a gestante e o feto.
Na indisponibilidade da vacina meningocoìcica conjugada ACWY, substituir pela vacina meningocoìcica C conjugada.
NÃO SIM
Meningocócica B Duas doses com intervalo de um a dois meses. Considerar seu uso avaliando a situação epidemiológica e/ou a presença de comorbidades consideradas de risco para a doença meningocócica (consulte os Calendários de vacinação pacientes especiais). A vacina meningocócica B é inativada, portanto sem risco teórico para a gestante e o feto. NÃO SIM
Febre amarela Normalmente contraindicada em gestantes. Porém, em situações em que o risco da infecção supera os riscos potenciais da vacinação, pode ser feita durante a gravidez.

Não há consenso sobre a duração da proteção conferida pela vacina. De acordo com o risco epidemiológico, uma segunda dose pode ser considerada pela possibilidade de falha vacinal.
Gestantes que viajam para países que exigem o Certificado Internacional de Vacinacao e Profilaxia (CIVP) devem ser isentadas da vacinação pelo médico assistente, se não houver risco de contrair a infecção.
É contraindicada em nutrizes até que o bebê complete 6 meses; se a vacinação não puder ser evitada, suspender o aleitamento materno por dez dias.
SIM SIM
CONTRAINDICADAS
Tríplice viral
(sarampo, caxumba e rubéola)
Não vacinar na gestação. Pode ser aplicada no puerpério e durante a amamentação. SIM, para
puérperas de ateì
49 anos
SIM,
para puérperas
HPV Não vacinar na gestação. Se a mulher tiver iniciado esquema antes da gestação, suspendê-lo até puerpério. Pode ser aplicada no puerpério e durante a amamentação. NÃO SIM,
para puérperas
Varicela
(catapora)
Não vacinar na gestação. Pode ser aplicada no puerpério e durante a amamentação. NÃO SIM,
para puérperas
Dengue Não vacinar na gestação. Contraindicada para mulheres amamentando. NÃO NÃO
Fonte: SBIm 2018/2019 - Associação Brasileira de Imunização

22/03/2018 • Sempre que possível, preferir vacinas combinadas • Sempre que possível, considerar aplicações simultâneas na mesma visita • Qualquer dose não administrada na idade recomendada deve ser aplicada na visita subsequente • Eventos adversos significativos devem ser notificados às autoridades competentes.

PREMATURO CRIANÇA ADOLESCENTE ADULTO GESTANTE IDOSO OCUPACIONAL VIAJANTE PACIENTES ESPECIAIS
IDOSO (acima de 60 anos)
Em todas as fases de nossa vida, estamos suscetíveis a infecções por vírus e bactérias que, se não tratadas, podem causar muitos problemas. Algumas delas como, por exemplo, a pneumonia e a gripe (Influenza) acometem frequentemente adultos e idosos, aumentando o índice de mortalidade principalmente em pessoas com mais de 60 anos.
VACINAS QUANDO INDICAR ESQUEMAS E RECOMENDAÇÕES COMENTÁRIOS DISPONIBILIZAÇÃO DAS VACINAS
Gratuitas nas Unidades Básicas de Saúde Clínicas
privadas
de
vacinação
Influenza
(gripe)
Rotina. Dose única anual. Os maiores de 60 anos fazem parte do grupo de risco aumentado para as complicações e óbitos por influenza. Desde que disponível, a vacina influenza 4V é preferível à vacina influenza 3V, por conferir maior cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina 4V, utilizar a vacina 3V. SIM,
3V
SIM,
3V e 4V
Pneumocócicas
(VPC13) e (VPP23)
Rotina. Iniciar com uma dose da VPC13 seguida de uma dose de VPP23 seis a 12 meses depois, e uma segunda dose de VPP23 cinco anos após a primeira.
Para aqueles que já receberam uma dose de VPP23, recomenda-se o intervalo de um ano para a aplicação de VPC13. A segunda dose de VPP23 deve ser feita cinco anos após a primeira, mantendo intervalo de seis a 12 meses com a VPC13.
Para os que já receberam duas doses de VPP23, recomenda-se uma dose de VPC13, com intervalo mínimo de um ano após a última dose de VPP23. Se a segunda dose de VPP23 foi aplicada antes dos 65 anos, está recomendada uma terceira dose depois dessa idade, com intervalo mínimo de cinco anos da última dose.
NÃO SIM
Herpes zóster Rotina. Uma dose.
Vacina recomendada mesmo para aqueles que já desenvolveram a doença. Nesses casos, aguardar intervalo mínimo de um ano, entre o quadro agudo e a aplicação da vacina.
Em caso de pacientes com história de herpes zóster oftálmico, não existem ainda dados suficientes para indicar ou contraindicar a vacina.
O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo meìdico (consulte os Calendários de vacinação pacientes especiais).
NÃO SIM
Tríplice bacteriana
acelular do tipo adulto (difteria, tétano e coqueluche) – dTpa ou dTpa-VIP

Dupla adulto (difteria e tétano) – dT
Rotina. Atualizar dTpa independente de intervalo prévio com dT ou TT.

Com esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa a cada dez anos.

Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de dTpa a qualquer momento e completar a vacinação básica com uma ou duas doses de dT (dupla bacteriana do tipo adulto) de forma a totalizar três doses de vacina contendo o componente tetânico.

Não vacinados e/ou histórico vacinal desconhecido: uma dose de dTpa e duas doses de dT no esquema 0-2-4 a 8 meses.
A vacina estaì recomendada mesmo para aqueles que tiveram a coqueluche, já que a proteção conferida pela infecção não é permanente.
Considerar antecipar reforço com dTpa para cinco anos após a última dose de
vacina contendo o componente pertussis para idosos contactantes de lactentes.
Para idosos que pretendem viajar para países nos quais a poliomielite é endêmica
recomenda-se a vacina dTpa combinada à pólio inativada (dTpa-VIP).
dTpa-VIP pode substituir a dTpa, se necessário.
SIM, dT SIM
dTpa e dTpa-VIP
Hepatite A Após avaliação sorológica ou em situações de exposição ou surtos. 2 doses, no esquema 0-6 meses. Na população com mais de 60 anos é incomum encontrar indivíduos suscetíveis. Para esse grupo, portanto, a vacinação não é prioritária. A sorologia pode ser solicitada para definição da necessidade ou não de vacinar. Em contactantes de doentes com hepatite A, ou durante surto da doença, a vacinação deve ser recomendada. NÃO SIM
Hepatite B Rotina. 3 doses, no esquema 0-1-6 meses. -- SIM SIM
Hepatites A e B Quando recomendadas as duas vacinas. 3 doses, no esquema 0-1-6 meses. A vacina combinada para as hepatites A e B é uma opção e pode substituir a vacinação isolada para as hepatites A e B. NÃO SIM
Febre amarela Para idosos não previamente vacinados e residentes em áreas de vacinação, após avaliação de risco/ benefício. Não há consenso sobre a duração da proteção conferida pela vacina. De acordo com o risco epidemiológico, uma segunda dose pode ser considerada pelo risco de falha vacinal.
Embora raro, esta descrito risco aumentado de eventos adversos graves na primovacinacao de individuos maiores de 60 anos. Nessa situacao, avaliar risco/benefi.cio.
O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo meìdico (consulte os Calendários de vacinação pacientes especiais).
SIM SIM
Meningocócica
conjugada ACWY
Surtos e viagens para áreas de risco. Uma dose. A indicação da vacina, assim como a necessidade de reforços, dependerão da situação epidemiológica. Na indisponibilidade da vacina meningocoìcica conjugada ACWY, substituir pela vacina meningocoìcica C conjugada. NÃO SIM
Tríplice viral
(sarampo, caxumba e rubéola)
Situações de risco aumentado. Uma dose. A indicação da vacina dependerá de risco epidemiológico e da situação individual de suscetibilidade. Na população com mais de 60 anos é incomum encontrar indivíduos suscetíveis ao sarampo, caxumba e rubéola. Para esse grupo, portanto, a vacinação não é rotineira. Porém, a critério médico (em situações de surtos, viagens, entre outros), pode ser recomendada. Contraindicada para imunodeprimidos. NÃO SIM
Fonte: SBIm 2018/2019 - Associação Brasileira de Imunização

24/06/2018 • Sempre que possível, preferir vacinas combinadas • Sempre que possível, considerar aplicações simultâneas na mesma visita • Qualquer dose não administrada na idade recomendada deve ser aplicada na visita subsequente • Eventos adversos significativos devem ser notificados às autoridades competentes.

PREMATURO CRIANÇA ADOLESCENTE ADULTO GESTANTE IDOSO OCUPACIONAL VIAJANTE PACIENTES ESPECIAIS
OCUPACIONAL
Todo indivíduo deve estar em dia com o calendário recomendado para sua faixa etária. Na impossibilidade de cumpri-lo integralmente, devem-se considerar, no mínimo, as vacinas disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). A disponibilidade das vacinas nas redes pública e privada pode ser verificada nos Calendários de vacinação para cada faixa etária (use o nosso menu para encontrar).
VACINAS ESPECIALMENTE INDICADAS ESQUEMAS E RECOMENDAÇÕES INDICAÇÕES ESPECIAIS PARA PROFISSIONAIS POR ÁREA DE ATUAÇÃO
Tríplice viral
(sarampo, caxumba e rubéola)
2 doses acima de 1 ano de idade, e com intervalo mÍnimo de 1 mês entre elas. SIM -- SIM -- SIM -- SIM SIM SIM SIM -- SIM SIM SIM
Hepatite A 2 doses, no esquema 0-6 meses. SIM SIM SIM SIM SIM -- SIM -- SIM SIM -- SIM SIM SIM
Hepatite B 3 doses, no esquema 0-1-6 meses. SIM -- SIM SIM -- -- SIM -- SIM -- SIM SIM SIM SIM
Hepatite
A e B
3 doses, no esquema 0-1-6 meses. A vacina combinada é uma opção e pode substituir a vacinação isolada das hepatites A e B. SIM -- SIM SIM -- -- SIM -- SIM -- -- SIM SIM SIM
HPV 2 vacinas estão disponíveis no Brasil: HPV4, licenciada para ambos os sexos e HPV2, licenciada apenas para o sexo feminino. -- -- -- -- -- -- SIM -- -- -- -- -- -- --
Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto (difteria,
tétano e coqueluche) – dTpa
ou dTpa-VIP

Dupla adulto (difteria
e tétano) – dT
Aplicar dTpa independente de intervalo prévio com dT ou TT.

Com esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa dez anos após a última dose.

Com esquema de vacinação básico incompleto:
uma dose de dTpa a qualquer momento e completar a vacinação básica com uma ou duas doses de dT de forma a totalizar três doses de vacina contendo o componente tetânico.

Não vacinados e/ou histórico vacinal desconhecido: uma dose de dTpa e duas doses de dT no esquema 0-2-4 a 8 meses.

A dTpa pode ser substituída por dTpa-VIP ou dT, dependendo da disponibilidade.
dTpa dT dT ou dTpa-
-VIP
dT dTpa dT -- -- dTpa-VIP -- dT dTpa dTpa-VIP dT ou dTpa-
-VIP
Poliomielite inativada Pessoas nunca vacinadas: 1 dose. Na rede privada só existe combinada à dTpa. -- -- SIM -- -- -- -- -- SIM -- -- -- SIM --
Varicela (catapora) Para suscetíveis: 2 doses com intervalo de 1 a 2 meses. SIM -- SIM -- SIM -- SIM -- SIM SIM -- SIM SIM SIM
Influenza
(gripe)
Dose única anual.
Desde que disponível, a vacina influenza 4V é preferível à vacina influenza 3V, inclusive em gestantes, por conferir maior cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina 4V, utilizar a vacina 3V.
SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM
Meningocócicas conjugadas
(C ou ACWY)
1 dose. A indicação da vacina, assim como a necessidade de reforços, dependerão da situação epidemiológica. SIM -- SIM -- -- -- -- SIM -- -- -- SIM SIM SIM
Meningocócica B 2 doses com intervalo de 1 a 2 meses. Considerar seu uso avaliando a situação epidemiológica. SIM -- SIM -- -- -- -- -- SIM -- -- -- SIM SIM
Febre amarela 1 dose para residentes ou viajantes para áreas com recomendação de vacinação (de acordo com classificação do MS). Pode ser recomendada também para atender a exigencias sanitárias de determinadas viagens internacionais. Em ambos os casos, vacinar pelo menos 10 dias antes da viagem. -- -- SIM -- -- -- -- -- SIM -- -- -- SIM SIM
Raiva Para pré-exposição: 3 doses, 0-7-21 a 28 dias. -- -- SIM -- -- SIM -- -- -- -- -- -- SIM SIM
Febre tifoide Dose única. No caso de o risco de infecção permanecer ou retornar, estáindicada outra dose após 3 anos. -- -- SIM SIM -- -- -- -- SIM -- -- -- SIM SIM
Fonte: SBIm 2018/2019 - Associação Brasileira de Imunização

27/03/2018 • Sempre que possível, preferir vacinas combinadas • Sempre que possível, considerar aplicações simultâneas na mesma visita • Qualquer dose não administrada na idade recomendada deve ser aplicada na visita subsequente • Eventos adversos significativos devem ser notificados às autoridades competentes.

PREMATURO CRIANÇA ADOLESCENTE ADULTO GESTANTE IDOSO OCUPACIONAL VIAJANTE PACIENTES ESPECIAIS
VIAJANTE
São vacinas obrigatórias ou recomendadas para aqueles que vão para regiões e países de todo o mundo. As recomendações por países é dada pela OMS.
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PREMATURO CRIANÇA ADOLESCENTE ADULTO GESTANTE IDOSO OCUPACIONAL VIAJANTE PACIENTES ESPECIAIS
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